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Bxano no banco

Essa semana fomos em um banco aqui em Orléans para abrir uma conta. Olhando rapidamente um banco aqui é bem similar aos bancos no Brasil, mas olhando mais de perto é possível notar umas coisas diferentes.

Primeiro, os caixas eletrônicos são do lado de fora do banco, na calçada mesmo. Dentro do banco não há filas, se você vai fazer uma operação lá, como por exemplo abrir uma conta, você tem que marcar hora. Eu não vi um caixa lá dentro, aquele em que a gente pode pagar contas que tem uma pessoa lhe atendendo, o vulgo “boca do caixa”. Eu vi umas pessoas pagando contas, mas elas levavam tudo dentro de envelopes com dinheiro ou cheque já contadinho, sem troco. Acho que podemos ver uma figura de um caixa nisso, depois o “caixa” colocava os envelopes em uma espécie de cofre, algo bem manual. Já ouvi falar que o sistema bancário do Brasil é um dos melhores do mundo, vai ver por isso estranhei tanto, alguém me corrija se eu estiver errada.

Fiquei no banco mais ou menos uma meia hora (aguardando o Ítalo) e fiquei observando o movimento. Qualquer pessoa que entra no banco é abordada de cara por um funcionário que (delicadamente) pergunta o que ela quer. Então ninguém fica a toa lá dentro. Não sei se todos os bancos são dessa forma, eu só conheci esse até agora.

O mais estranho dessa experiência foi que vi que os cachorros podem entrar no banco. Durante esse tempo que fiquei lá dentro entraram duas senhoras com seus lindos cachorros. Eles entraram, saíram e ninguém olha diferente ou acha ruim. Os cachorros eram bem educados, não faziam barulho, não fediam, e estavam presos à coleiras. Acho que deve ser normal!

À bientôt

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Publicado por em 11/09/2013 em Geral

 

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Novidades

Bonjour à tous

A novidade que tenho é que passarei a temporada 2013-2014 na França, na cidade de Orléans para ser mais exata. Vim para cá para fazer doutorado sanduíche, que é quando você faz uma parte do seu doutorado em outra universidade.

Como os meus amigos estão sempre me perguntando sobre as novidades, eu contarei por aqui as minhas experiências em um país tão distante e em muitos fatores tão diferente do nosso.

À biêntot

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Publicado por em 11/09/2013 em Geral

 

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Bxano nos transportes públicos

Nas minhas andanças por Paris quase sempre me deslocava de metrô. Eu como uma estudante não tinha condições de ficar andando de táxi, e na verdade (a não ser que você faça questão de andar de carro) nem é necessário. Já ouvi falar que o sistema de transportes públicos de Paris é um dos melhores do mundo, e não duvido. Só no metrô são 14 linhas que cobrem todas as zonas da cidade, ainda tem mais umas 5 linhas de trem que vão até a parte mais externa da cidade, incluindo cidades vizinhas. Também há os trens de grandes distâncias, que vão para as cidades de toda a França, e ainda de outros países. Além do metrô e do trem, ainda tem os ônibus. É possível ir de qualquer ponto da cidade a qualquer outro com apenas uma passagem (1,70 euros), fazendo correspondência entre as linhas de metrô, trem ou ônibus.

Andando de trem.

Andando de trem.

Para ser bem sincera dá uma inveja danada ver um sistema de transporte público como esse. A gente fica lembrando da raiva que passamos com o nosso sistema de transporte, ineficiente, insuficiente e caro! Eu nem digo lotado porque isso também acontece nas melhores cidades, mas se pelo menos funcionasse direito já seria um alívio. Lá também tem seus problemas. As estações não são tão limpas, a acessibilidade também não é o ponto forte, ainda carecem de elevadores e escadas rolantes, penamos um bocado quando andamos com malas. Dizem que as estações fedem a esgoto, mas eu não cheguei a sentir esse fedor, talvez eu não tenha andado nestas mais fedorentas. É comum também vermos artistas de rua que tocam algum instrumento pedindo uns trocados. Pelo menos duas vezes vi artistas cantando “Ai, se eu te pego” no metrô. A diferença dos artistas de rua/estação de lá para os daqui são os instrumentos. Vi pessoas tocando principalmente acordeon, mas também vi tocadores de violoncelo e trombone.

Um ponto que achei muito interessante tanto em Paris como em Lisboa foi a facilidade de acesso aos aeroportos. É muito comum aqui no Brasil o acesso aos aeroportos serem difíceis, nos deixando reféns de táxi, sempre caros por causa da distância. Os aeroportos de Paris assim como o de Lisboa, têm estações de metrô neles, uma “mão na roda”. Quando o aeroporto não tem uma estação, há serviços de ônibus até uma estação de metrô mais próxima.

Ahh, uma coisa curiosa que notei principalmente nos ônibus é que eles não têm catracas. Em alguns você pode entrar por qualquer porta, e você valida o seu bilhete em uma máquina ou paga diretamente ao motorista, não há cobradores. Eles estão sempre contando que você vai pagar por sua livre e espontânea vontade, porque se você quiser dar uma de esperto é possível, mas inesperadamente pode ter controladores que verificam se o seu bilhete está validado, se não tiver é multa na hora.

Em Orléans/FRA tem um sistema integrado de transporte público que inclui ônibus, tram elétrico (uma espécie de bonde), e bicicletas para alugar. Em todas as paradas do tram elétrico tem uma máquina para comprar os bilhetes e um mostrador que indica o tempo de espera para o próximo tram.

Eu na chuva e no frio esperando o tram.

Eu na chuva e no frio esperando o tram.

Mostrador da direção e tempo de espera.

Mostrador de direção e tempo de espera.

Parada do tram com a máquina de comprar o bilhete.

Parada do tram com a máquina de comprar o bilhete.

Lisboa/POR também não fica atrás quando se trata de transporte público. O sistema de metrô não é grande como o de Paris, tem apenas 4 linhas, mas ainda assim é muito eficiente. As estações são muito limpas, tem acessibilidade e são bem decoradas, cada uma tem um estilo particular.

Elevador de cadeirantes.

Elevador de cadeirantes.

Além do metrô, há os ônibus e bondes elétricos, todos com sistema integrado de bilhetagem. Tem um bonde muito famoso por lá que fiz questão de dar uma volta, é o elétrico linha 28. É bem antigo, feito de madeira e os controles são todos bem antigos. O percurso dele passa pela parte antiga e becos da cidade, por isso mesmo é mais frequentado por turistas do que pela população em geral.

Elétrico linha 28

Bonde feito principalmente de madeira.

Bonde feito principalmente de madeira.

Controles do condutor, trabalho pesado.

Controles do condutor, trabalho pesado.

Ao final mais fotinhas das estações de metrô de Lisboa. Quem sabe um dia a gente chega lá.

A bientôt

2013-05-03 10.34.28 2013-05-03 11.57.50 2013-05-03 14.29.212013-05-03 14.51.10 2013-05-03 14.47.48 2013-05-03 14.54.09 2013-05-03 14.56.24

 
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Publicado por em 13/05/2013 em Geral

 

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Bxano na França

Tive a oportunidade de fazer uma viagem de duas semanas para a França para participar de uma escola de primavera. Não estava sozinha, fui com dois amigos da universidade, Ernesto Cid e Madiel. A escola se passou em Plateau de Saclay, uma cidadezinha que fica a 25 Km do centro de Paris. Depois de Paris, ainda passei por Orléans e Lisboa para finalizar. Foram duas semanas interessantes, pretendo compartilhar alguns momentos que passei por lá, em pequenas estórias para não ficar cansativo.

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O voo foi pela TAP que sai de Natal direto para a Europa. Uma viagem de 7 horas até Lisboa, depois mais umas 2 horas até Paris. Eu confesso que fiquei apreensiva com esse negócio de viajar tantas horas somente por cima do oceano, mas foi uma viagem muito tranquila e estável.

Quando chegamos em Paris levamos mais umas 2 horas para chegar até o nosso hostel, andando de ônibus e metrô. A parte ruim disso foi que nas estações de metrô tinham escadas demais, e pouca acessibilidade. Subir e descer escadas com malas foi muito cansativo. Mas é melhor (e muito mais barato) do que pagar um táxi.

Vista do meu quarto no hostel.

Vista do meu quarto no hostel.

Na primavera os dias são longos, a noite só chega depois das 21h30, a foto acima foi tirada pouco depois das 20h, ou seja, ótimo para passear. Levamos isso muito a sério no dia seguinte. No domingo, fizemos um tour audacioso, fomos na Catedral de Notre-Dame, depois para o museu do Louvre, depois para a Champs Élysées até o Arco do Triunfo. De lá pegamos o metrô para ir para a Torre Eiffel, finalizamos em um restaurante e quase perdemos a hora do metrô para voltar para o hostel. A parte estranha do anoitecer tarde é que perdemos a noção do tempo, e sempre pensamos que ainda está cedo.

Nessa região que fomos é interessante de se fazer andando. Primeiro, a cidade é linda, para todo lugar que se olhe tem um prédio gigantesco e que parece que tem uns 500 anos pelo menos. Segundo, o clima favorece, estava frio, acho que uns 10° e assim podíamos andar andar e andar e não ficamos cansados ou suados. O resultado de passarmos literalmente o dia inteiro andando foi que ainda na parte da manhã, criou-se calos nos meus pés, e andar começou a ser um problema. O fato de eu estar com calos, me fez andar errado e isso causou dores nas minhas panturrilhas pelo resto da semana.

E não, o pessoal não estava fedendo nas ruas. Posso até ter cruzado com um ou dois assim, mas isso acontece até por aqui quando cruzamos com alguém que esqueceu do desodorante. Cruzamos muito foi com pessoas com perfumes muito bons, impossíveis de passar despercebido.

Depois do dia longo, fomos dormir muito cansados e por consequência perdemos a hora de acordar para ir para a cidade onde ficava a universidade da escola de primavera, mas isso é estória para o próximo post (fotinhas no final).

A bientôt

Na beira do rio Sena.

À margem do rio Sena.

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De olho na pirâmide do Louvre.

De olho na pirâmide do Louvre.

Todos querem passear na Champs Élysées.

Todos querem passear na Champs Élysées.

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Descansando aos pés da Torre Eiffel.

Descansando aos pés da Torre Eiffel.

 
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Publicado por em 09/05/2013 em Geral

 

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Museu da língua portuguesa

Quem for a São Paulo eu recomendo uma passada pelo Museu da Língua Portuguesa, é ótimo. O ingresso é barato, 6 reais a inteira e 3 reais a meia entrada, o tour inclui um filme de 10 minutos e uma sala de projeção com um jogo de palavras muito interessante, com leitura de textos de famosos escritores da língua portuguesa. Depois podemos ver a história da nossa língua através de textos e ilustrações.

Nem o banheiro escapa dos textos.

É divertido, recomendo a todos. Fica na Estação da Luz.

 
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Publicado por em 05/10/2011 em Geral

 

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Formigueiro

Me desculpem os paulistas se isso ofende alguém, mas essa foi a melhor analogia que pude fazer. Aqui é um formigueiro. Desde que cheguei aqui em São Paulo para participar de um evento, o CBSoft, não consigo parar de admirar a quantidade de pessoas que tem aqui.

Tenho andado diariamente de metrô, o melhor transporte para se deslocar por aqui. É um sistema que deveria existir em toda cidade grande porque é muito eficiente. Eu tirei umas fotos de algumas estações que passei, vou compartilhar aqui com vocês. Estava bem lotado, e olha que era no final do horário de pico.

Filas para passar pela catraca.

Na plataforma

Dentro do trem

Apesar do trem ser bem lotado, ele é confortável, foi a primeira vez que andei de trem/metrô. Nem no de Teresina eu havia andado antes. Eu achei que fosse chacoalhar muito, mas não, a viagem é suave e a maioria dos trens são climatizados.

Em muitas estações é possível fazer integração com outras linhas do trem ou do metrô. Aqui eles chamam integração de “baldear”, por exemplo, “Você desce na Luz e baldeia para ir para a República”. No Piauí baldear é quando a pessoa está com ânsia de vômito, imagina a minha estranheza quando ouvi as pessoas falando assim. Segue algumas fotos do pessoal “baldeando” para o metrô. Elas não ficaram muito boas, mas é que ficava meio difícil tirar fotos no meio daquela multidão.

E pense numa carreira! O pessoal não anda, corre. Mesmo com o trem passando de 5 em 5 minutos as pessoas estão sempre correndo. O dia aqui começa muito cedo, eu soube que o horário de pico inicia às 4h da manhã. No primeiro dia eu passei pela Estação da Luz, um dos cartões postais da cidade, mas a correria era tão grande que nem deu tempo de olhar ao meu redor e notar que eu estava onde estava. Somente no dia seguinte eu me dei conta de que já tinha passado por lá e nem havia notado. Em outro dia eu passei por lá em um horário mais calmo, ou menos lotado, e pude admirar a beleza do lugar.

 
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Publicado por em 02/10/2011 em Geral

 

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Músicas para viagem

Fiz uma viagem rápida de carro nesse fim de semana e foi enquanto eu estava procurando músicas para a viagem que eu percebi o quanto eu comprava CDs antigamente.

Eu, e também o meu irmão, gostávamos muito de forró dos anos 90, eram muito bons, tenho dezenas deles, e ainda custavam pouco. Temos muita coisa diferente, de Pink Floyd passando por Mastruz com Leite à Peter Tosh.

Peter Tosh

Mastruz com Leite

Pink Floyd

Hoje quase não compro mais CDs, a internet facilitou muito as coisas, o último CD que comprei foi o da Sandy e faz poucos meses, mas foi uma exceção. As bandas de forró, a maioria delas, têm músicas parecidas, versões ridículas de clássicos internacionais e sem falar aquelas letras apelativas, fala sério!

Quando estava no interior meu primo me chamou para ir num Pancadão! Pancadão?? Confesso que nem sei que ritmo é esse, pagode?! forró?! swingueira?! Socorro, alguém me ajude!!!

Por curiosidade, prestei atenção no tocador de música do meu computador para saber o que estou ouvindo, e percebi que mais da metade dos meus álbuns de música são trilhas sonoras de filmes, estou estendendo minha forte atração por filmes para as músicas! Nem saberia responder qual o tipo de músicas que gosto, porque é bem variado, mas assim pude conhecer novas bandas e ritmos.

Último álbum adicionado: “50 first dates”, título em português: “Como se fosse a primeira vez” com Adam Sandler e Drew Barrymore.

 
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Publicado por em 31/01/2011 em Geral

 

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